Todo mundo foca num alvo só. Mas existem dois patrimônios possíveis: um que dura exatamente até a sua expectativa de vida, e outro que nunca acaba porque você vive só dos juros. Preencha os campos abaixo e compare os dois, com o aporte mensal, o valor equivalente hoje e a idade em que você chega em cada um.
Simulação hipotética, apenas para fins educativos. Não considera impostos, taxas de produtos específicos, mudanças na sua renda ou despesas, nem a volatilidade real do mercado. Rentabilidade passada não garante rentabilidade futura. Não é recomendação de investimento; para um planejamento completo, procure um profissional habilitado.
A maioria das contas de aposentadoria olha só para um alvo. Mas existem duas formas bem diferentes de definir "o suficiente", e a distância entre elas costuma surpreender: um patrimônio que se esgota no fim da sua vida, e um patrimônio que nunca acaba.
É o patrimônio que, na idade em que você para de trabalhar, sustenta a renda mensal desejada até a expectativa de vida que você informar, e chega a zero exatamente nesse ponto. Exige acumular menos, porque você vai consumindo o principal aos poucos, junto com os juros, mas não deixa margem se você viver mais do que o previsto.
É o patrimônio necessário para viver apenas do rendimento, sem nunca precisar tocar no principal. Equivale a dividir sua renda anual desejada pela rentabilidade real esperada, e fica estável (ou continua crescendo) para sempre, ainda podendo virar herança. Exige acumular mais, mas remove o risco de faltar dinheiro na velhice.
É a projeção real do seu plano: o patrimônio atual crescendo com os aportes mensais até você parar de trabalhar e, depois, sendo consumido pela renda mensal desejada. Comparar essa curva com o cenário Com Prazo e o Perpétuo mostra se o seu plano atual é suficiente, folgado ou justo.
Com o quanto você consegue investir por mês hoje, o simulador calcula em que idade sua trajetória cruza o patrimônio necessário em cada cenário (esse valor muda conforme muda o tempo restante até a expectativa de vida). É uma forma direta de responder "se eu continuar assim, quando posso parar?".
O cenário Com Prazo é consumido aos poucos e chega a zero na sua expectativa de vida. O Perpétuo nunca é tocado, você vive só do rendimento e o patrimônio permanece disponível, inclusive para deixar de herança. O Perpétuo é sempre maior.
Por padrão sim: o motor de cálculo trabalha inteiramente em poder de compra de hoje. Se preferir enxergar os números que você realmente vai ver no extrato daqui a alguns anos (já com a inflação embutida), é só trocar para "Valores futuros" no topo dos resultados.
Sim, use os campos de entradas e saídas pontuais nos Ajustes finos, informando a idade em que o evento deve acontecer e o valor.
Mexa nos dois campos separadamente e observe qual deles move mais o resultado no seu caso: em geral, quem está longe da meta sente mais o efeito do aporte mensal, e quem já tem bastante patrimônio acumulado sente mais o efeito da rentabilidade, porque os juros compostos já têm mais base para trabalhar.
No Grana Azul você cria essa meta de liberdade financeira, acompanha o progresso mês a mês junto dos seus outros objetivos e recebe alertas de orçamento para manter os aportes em dia.
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